Justiça é para quem?
Para quem pede ou para quem recebe?
Quem é você para decidir quem merece navalha, corte ou corretivo? Quem é você para saber se o corretivo tem merecimento?
Todo corretivo tem virtude no olhar de alguém e quem é que decide isso?
É falando que foi "Deus" que abriu os olhos e marcou o caminho do desvirtuado?
De onde vem essa vontade de endireitar o que nunca se viu torto? De onde vem o desejo de trazer justiça para o desavisado?
Olha no olho de quem você machucou antes de pedir justiça.
Abre o coração, abre a mente para ter certeza de que ouviu e aceitou tudo o que lhe foi apresentado.
Olha para lá e para cá. Joga para lá e para cá.
Direciona teu agouro para outro lugar e não para quem você acha que merece.
Aprende que você não decide a justiça, você não corrige, você não sai pedindo acerto de conta.
Você aceita o destino.
Você aceita o destino?
Não tem outra opção a não ser endireitar a cabeça e decidir o que você quer para você. Quanto mais acha que é dono da ordem, menos vai ter paz.
Não cabe a todos executar a justiça, executar a paz. Executar o equilíbrio.
E quando você não tem dúvida, já sabe que não é você que deveria decidir nada.
Bate no peito com medo e amor e assim vai conseguir saber que a decisão não é tua.
Quando será?
Quando aceitar que você não está só nas suas escolhas.
Texto intuído pela Espiritualidade, Sem Identificação.
Escrito por Paulo Paza Jr., 14/09/2026
WhatsApp | - Clique aqui! Inscreva-se no canal para receber atualizações.
Spotify | - Clique aqui! Segue o podcast com algumas das mensagens em aúdio.

